Review Decepcionado: Castlevania, a série da Netflix!

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“O que é a expectativa? Uma miserável pequena pilha de esperança de que algo vá ser bom!”Antes de começar, vou reproduzir aqui o texto que publiquei na Sala da Delicia (a página dos leitores do Superamiches no Facebook, caso você não saiba, desgraçada criatura):

Resumo dos bastidores da criação da série Castlevania da Netflix:

Netflix: Vamos fazer uma animação baseada no terceiro jogo da série, o “Drácula’s Curse”, e teremos muita ação, aventura, uma animação fenomenal e ritmo vertiginoso, culminando em um embate emblemático do Trevor Belmont contra o Drácula!

Warren Ellis (sim,ele é o roteirista): E se…ao invés disso…nós fizéssemos um episódio introdutório para o Drácula, mostrando seu lado mais humano e sua revolta contra a humanidade ao fim dele, seguido de 3 episódios chatos e com cara de episódio do seriado do Hércules dos anos 90, mostrando o Trevor Belmont enfrentando, não demônios, mas, ao invés disso…padres católicos?

Netflix: Tá…mas serão TREZE episódios, não quatro, né?

Produtor: Não! Serão quatro e tremendamente mal animados na maioria do tempo, sobretudo o episódio dois, o qual o Ellis está escrevendo entre cochilos e nossos estagiários estão tentando animar sem muito sucesso!

Netflix: Ah…pra mim, tudo bem!

E é isso! Castlevania chegou a Netflix no último dia 7 de julho seguindo a risca a cartilha “como pegar o material original e tirar TUDO QUE OS FÃS QUEREM VER para, ao fim, entregar uma obra totalmente disforme, desinteressante e com altas doses de decepção” já tão comum na industria do entretenimento.

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Antes de continuar descendo a lenha, um resumão da história: Drácula vivia enclausurado em seu castelo na Wallachia por motivos de…bem…SER O DRÁCULA, até que uma jovem bate sua porta. Intrigado pela coragem da bela donzela, resolve ver o que ela quer. A moça diz que busca os conhecimentos científicos que o conde Vlad Tepes tem e que, ela sabe, estão MUITO a frente do seu tempo. Com tais conhecimentos ela poderia ajudar a tratar os doentes de sua aldeia. Drácula pergunta o que ganharia em troca e recebe um baita puxão de orelha da jovem, que diz que vai ensiná-lo boas maneiras, pra começar, além de ensiná-lo a viver como homem novamente.

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Ambos se apaixonam e se casam. No entanto, um dia Drácula sai pra comprar pão na padaria da cidade vizinha e, ao voltar, descobre que sua esposa foi julgada pela inquisição como uma bruxa e queimada na fogueira. Tomado pelo ódio, Drácula avisa a todos os moradores da cidade de Targoviste que eles tem um ano pra ralar peito ou o bicho vai pegar…literalmente. Um ano depois a igreja está espalhando o discurso de que Drácula não é de nada, é bobo e cara de melão por não ter feito nada do que prometeu. Até que começa a chover sangue…e demônios! Aí começa uma carnificina ferrada e toda a Wallachia começa a afundar na merda.

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É então que conhecemos Trevor Belmont, último membro da família Belmont, a qual era conhecida como caçadora de monstros, demônios e afins, mas acabou excomungada pela igreja por demonstrar estranhos poderes (isso é mostrado no jogo, na série eles só dizem que a família Belmont é maligna, herege e que rouba esmola de ceguinho). Trevor não é o modelo de herói! Beberrão, desbocado e meio “nem aí”, acaba indo até a Targoviste pra descobrir que diabos está acontecendo por lá. É então que as histórias de Trevor e Drácula NÃO VÃO SE CRUZAR!

Esta imagem ilustra bem o que acontece na série: Trevor esbarra com essas duas tretas entre ele e o Drácula e fica por isso mesmo...

Esta imagem ilustra bem o que acontece na série: Trevor esbarra com essas duas tretas entre ele e o Drácula e fica por isso mesmo…

É isso mesmo que você leu! Trevor e Drácula não chegam nem a ficar no mesmo ambiente durante os arrastados quatro episódios da série! Olha, eu honestamente não sei o que os envolvidos nessa bagaça tinham na cabeça…eu vou reclamar por tópicos pra ficar mais fácil e organizado!

O ROTEIRO

Como já dito lááá em cima, o responsável pelo roteiro é o senhor Warren Ellis, velho conhecido principalmente dos leitores de quadrinhos. Autor de obras SENSACIONAIS como Planetary, The Authority, Frequência Global ,RED, entre tantas outras fases memoráveis na linha tradicional de super heróis, uma coisa que já esperamos de seus roteiros é uma trama que prenda e com momentos de ação de tirar o folego. O que Ellis nos entrega em Castlevania é TOTALMENTE OPOSTO A TUDO ISSO!

Essa cara de tédio do Ellis foi exatamente minha cara assistindo seu Castlevania...

Essa cara de tédio do Ellis foi exatamente minha cara assistindo seu Castlevania…

O primeiro episódio já me causou estranheza com essa lance do Drácula conhecendo a Elza do Frozen em uma cena meio “A Bela e a Fera”, mas aí eu pensei “é…deixa rolar” e a história até me ganhou. O primeiro episódio vai bem e termina com a juras de vingança do Drácula, mas creio que 20 minutos todos concentrados nessa parte em uma série de apenas 4 episódios foi um equivoco. Mas, tudo bem! o próximo episódio introduziria o herói e teríamos ação incessante tal qual os jogos, certo? ERRADO! O segundo episódio figura facilmente como O MAIS CHATO, TEDIOSO E ODIOSO dentre todos os quatro!

Seu ritmo é lento, tem uma cena em um bar GRANDE DEMAIS, uma luta MAL FEITA PRA CACETE (falarei mais disso adiante), e quando Trevor Belmont resolve invadir a cidade amaldiçoada você pensa “AGORA VAI”, mas…NÃO VAI! Ao invés de começar sua busca por Drácula e combater todos os zumbis, lobisomens, demônios e afins como é tradição em TODO CASTLEVANIA, Trevor tem brigas com GANGUES DE PADRES! Depois é jogado em uma porcaria de trama onde inventam os “Oradores”, um grupo de…monges…misticos…sei lá…cujo os católicos odeiam e querem matar por que acham que o fato deles orarem foi o responsável pela ira do Drácula, e não teve nada a ver com o fato do bispo da igreja ter ordenado a execução da esposa do vampirão.

O verdadeiro vilão da série: ESSE BISPO! FODA-SE O DRÁCULA! VAMOS NOS FOCAR NESSA TRAMA DA JANETE CLAIR PRA UMA MINI-SÉRIE DA GLOBO!

O verdadeiro vilão da série: ESSE BISPO! FODA-SE O DRÁCULA! VAMOS NOS FOCAR NESSA TRAMA DA JANETE CLAIR PRA UMA MINI-SÉRIE DA GLOBO!

Essa porra desse plot se arrasta por 3 dos 4 episódios e nos rende momentos em que ponderamos ir assistir a grama crescer pois, certamente, haveria mais ação lá. E quando a coisa promete entrar nos eixos e engrenar de verdade, ao fim do quarto episódio, com a revelação de um dos personagens mais amados de toda a franquia…A  PORRA DA TEMPORADA TERMINA!!! CACILDIS!!!

Eu, honestamente, não sei o que deu errado com o Ellis. Talvez ele não se saiba como lidar com outras mídias que não sejam quadrinhos e livros…sei lá. Mas este, nem de longe, é um roteiro reconhecivelmente do Ellis. É chato massante e perde tempos em coisas que não fazem lá muita diferença pra trama. Ele pegou a trama base do jogo Castlevania III: Dácula’s Curse, fez referencias a vários momentos chave dele…mas transformou toda a trama, que EXIGIA um ritmo frenético e vertiginoso, em algo CHATO. Pra você ter uma ideia, no terceiro episódio temos a parte em que ele liberta uma personagem (cujo nome esqueci) que estava transformada em pedra após matar um ciclope. Isso está no jogo, no entanto, lá, ela é uma caçadora de vampiros e não temos uma explicação prévia de quem ela é (que eu lembre, pelo menos). Na série ela é colocada como uma integrante dos Oradores e plot central na trama envolvendo-os, o que resulta em altas dose de porre…

Uma das pedras amarradas ao pé da série...

Uma das pedras amarradas ao pé da série…

O encontro com o tal personagem mais amado da franquia, que todo munda OBVIAMENTE sabe que é o Alucard (pelo amor de Deus…está no trailer), também acontece no terceiro jogo. No entanto, no clássico do Nintendinho, ele é bem diferente da sua famosa persona em Symphony of The Night, mas é compreensível terem deixado seu visual próximo ao do  famoso jogo de PS1, afinal é o que a esmagadora maioria dos fãs quer ver adaptado mais adiante.

Eis o Alucard em Castlevania III: Drácula's Curse!

Eis o Alucard em Castlevania III: Drácula’s Curse!

Seu visual seria assim!

Seu visual seria assim!

 ANIMAÇÃO E CHARACTER DESIGN

O estúdio responsável pela animação de Castlevania, ao contrário do que muita gente possa pensar, na é japonês. Apenas o visual teve inspiração nas animações japonesas, todo o trabalho ficou a cargo da Frederator Studios que, para quem possa estar achando familiar, é o responsável por…pasmem… Hora da Aventura!  E quem acompanha Hora da Aventura sabe que o estúdio trabalha muito bem. Então, o que deu errado em Castlevania?

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O fato é que a animação de Castlevania não só se inspirou no visual das animações japonesas como parece ter se inspirado também na qualidade atual de muitas delas. A animação é travada, esquisita e, em muitos momentos, apenas feia mesmo. Sobretudo no já famigerado segundo episódio. Lembra da tal cena de luta mal feita pra cacete que eu disse que ia citar mais adiante? Pois é..é chegado o momento! Além da aparente tentativa do Warren Ellis de construir um momento Quentin Tarantino, com um diálogo longo e interminável sobre um estuprador de cabras (sim, essa bosta de diálogo está na animação…), a cena mais chata de todo o segundo episódio culmina com uma luta PESSIMAMENTE animada, lenta, com frases proferidas entre socos e pontapés nos testículos, tal qual verdadeiros Cavaleiros do Zodíaco da manguaça, tudo embalado por uma musiquinha de elevador e que acaba te fazendo querer abandonar a série de imediato, principalmente se você for um expectador que preza muito pelo aspecto técnico de uma animação, como é o meu caso.

Trevor em seu momento cachaceiro do Sem Meias Palavras.

Trevor em seu momento cachaceiro do Sem Meias Palavras. “SE EU PUDESSE EU MATARRA MIL, QUE EU SÔ CABA HOMI!”

No terceiro episódio temos um salto GIGANTESCO na qualidade da animação dos combates na cena em que Trevor enfrenta um ciclope. Nessa cena a movimentação dos personagens é fluída e, traçando um paralelo a grosso modo, lembra muito as cenas de combate corpo a corpo feitas em Naruto Shippuden (você, assim como eu, pode não ter acompanhado a série do ninja gari mas, com toda certeza, já deve ter topado com um clipe de uma dessas lutas internet afora).

Aparentemente não apenas as cenas de luta parecem sofrer uma baita melhora. Os desenho dos personagens, a colorização e a movimentação de diálogos parece melhorar nesse terceiro episódio.No entanto, a trama continua arrastada e chata e o visual é tudo que parece melhorar. O quarto episódio também segue a qualidade do terceiro apresentando uma luta caprichada entre Trevor e Alucard. A movimentação é bonita, sobretudo nos pormenores de como Trevor manuseia o seu chicote para dar alguns golpes, não se atendo apenas a balança-lo, mas fazendo movimentos que explicam a trajetória dele de forma lógica, muito parecido com lutas envolvendo armas com correntes ou cordas em filmes de kung-fu.

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Quanto ao character design…foi buscada uma semelhança com as artes que eram utilizadas nas capas do jogos, com um Drácula de rosto afinado e com longos cabelos negros (que ficariam brancos com o passar da saga) e com um Trevor Belmont que segue a cartilha visual dos Belmont nos quadrinhos, apesar de ter recebido uma vestimenta que parece ter saído de Game of Thrones.

No entanto, os demais personagens tem feições e traços extremamente genéricos. Todos parecem ter saído de qualquer anime com ambientação medieval, de tão “mais do mesmo” que seus visuais preguiçosamente  demonstram. Faltou uma identidade visual em toda a produção, algo que realmente marcasse, que evocasse o espírito do Castlevania dos games, como ficou bem impresso no próprio Drácula, único personagem com traços realmente marcantes na animação. Aliás, a tal Oradora que acompanha o Trevor até o final da série, tem um character design tão diferente e destoante de TODO O RESTO dos demais, que parece ter sido roubada de…sei lá…um episódio de Samurai Champloo, por exemplo. Seus traços são, visivelmente, mais delicados e parecem deslocados em todo o contexto.

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PONTOS POSITIVOS

Aqui fica complicado… os pontos positivos da série são poucos, dando pra contar nos dedos de uma mão…e ainda sobram dedos. De positivo temos a violência que era de se esperar para uma série de terror, apesar da séria praticamente NÃO TER O CLIMA DE TERROR, mas fica palpável dentro do que se esperaria de ataques de hordas demoníacas, apesar de pesar a mão algumas vezes. Temos também as duas já citadas cenas de luta no episódio 3 e 4, a abertura que, estranhamente, só passa no primeiro episódio e…sei lá mais o que.  Já me puxei muito pra lembrar esses 3 pontos…

CONCLUSÃO

Castlevania é mais uma animação Netflix que me enche de expectativa e acaba me entregando um produto muito abaixo do esperado. O anterior foi Blame!, que entregou mais uma de suas animações em CG genérico, que não chegou a incomodar, mas trouxe um longa de 1:40hr em um ritmo lento incondizente com a obra original e se focando em uma das passagens mais desinteressantes do mangá homônimo. Castlevania faz o mesmo, só que trazendo uma animação sofrível, um visual genérico, trilha sonora apagada, e se focando em uma subtrama que NINGUÉM QUERIA VER e que, ao que parece, nem mesmo existe no jogo (posso estar enganado). E o pior…deixando um final não apenas aberto, mas com cara de “continua no próximo episódio”, dando um fechamento brusco, anti-climático  e imbecil a primeira temporada com seu ridículo número de 4 episódios. Eu começo a achar que algo deu errado nessa produção pra ela sair nesses moldes…mas a segunda temporada já foi confirmada, não estranhem se algum dos nomes envolvidos nessa não estiverem mais nela…

Drácula chorou lágimas de sangue após ver a série.

Drácula chorou lágimas de sangue após ver a série.

Enfim, decepção e nenhuma vontade de ver de novo foi tudo que essa primeira temporada de Castlevania deixou. Vamos ver se a segunda temporada melhora tudo isso. Se bem que eu duvido fortemente…

Nota: 4,0

  • [Better Call Harvey]

    AAAHHHHHHH PORRA BOLHAAAAAA

    Li felizao que ia estreiar hoje no Netflix (ontem si páh) e ai vc vem e diz que é tudo uma merdaaaaaa.

    Vou ver com o pé atraixx igual fiz com o Punho de Ferro :/

    Mas já adianto, eu achando essa porra boa ou ruim, deveriam ter contratado os japas pra animarem a bagaça, o criador dos jogos pra escrever o roteiro e contratarem o cara (ou mina acho eu) que desenha aqueles artworks fodoloes pra imagens promocionais.

    E só eu acho o Waren Elis um merdalhão e Planetary CHATO E RUIM DE MAIS PRA CARALHOOOOOOO??

    • hellbolha2

      Se fossem colocar nas mãos de ocidentais, que colocassem nas mãos do Joaquim dos Santos, o cara por trás da maioria dos DC Showcase, De GI Joe: Resolute e Avatar. O cara sabe fazer animações com climão e qualidade dos melhores animes. Quanto a todo o resto, concordo. Menos com o lance do Planetary…aí é só você mesmo…

      • [Better Call Harvey]

        É avatar foi foda, mesmo a 3ª temporada da Lenda de Aang ter sido bem nhé e eu desconsiderar completamente a avatar cola velcro.

        e Planetary merece um post de tão merda que é. Falando nisso, não curto Akira tmb ;D

        • O_Comentarista

          Já disse e repito: um cara q curte One Piece não tem argumentos pra falar mal de qualquer outra coisa.

          • [Better Call Harvey]

            vc leu 10 capitulos e nao entendeu porra nenhuma, nao tenho que discutir One Piece com vc.

            Alias, pra efeito de comparação, quais são os 10 melhores mangás que tu curte??

          • O_Comentarista

            Nunca li porra nenhuma de One Piece. O que critico é o fato de alguns mangás querem pagar de comic americana com sagas que não tem fim (One Piece, Naruto, Dragon Ball), sendo que o bom de mangá é que uma hora acaba.

            Não tenho mangá preferido, mas curto aqueles que tem história boa e acabaram na hora certa (Full Metal, Elfen Lied, etc).

          • [Better Call Harvey]

            Então vc ta sabendo legal de anime/manga.

            Todos os clássicos mangas dos anos 70 não tinham uma trama alinhada com começo, meio e fim. Eles eram publicados a esmo e por décadas, tipo Kochikame que acabou ano passado apos 40 anos de publicação.

            Com animes é a mesma coisa, os animes com mauir audiência como Doraemon, SAzae-san e Chinchan nao possuem ordem cronológica e passam a decadas na TV Japonesa.

            Seguir uma cronologia ou nao, nao tem nada haver com cultura Oriental ou Ocidental, é apenas uma escolha narrativa.

            Fora que One Piece em especial, possui uma trama definida com começo, meio e fim (alias é a trama mais alinhada que existe por que eles navegam num lugar chamado GRAND LINE, seguindo rotas de ilhas pré-defindas). Não é porque o Mangá é grande que ele não possui um final planejado e estruturado.

            E mais, você critica algo com toda a veemencia possivel, sem jamais ter lido, assistido. Entao toda a sua critica não vale de nada, ela é tão rasa quanto o Final de Planetary

          • [Better Call Harvey]

            Se for Full Metal Alchemist ta ok, o mangá e foda, se for Full Metal Panic VTNC, Elfen Lied nunca vi, Akira é uma bosta mesmo.

            E um dia faço um post dizendo como CDZ é TÃO MAIOR DO QUE AKIRA

          • O_Comentarista

            Tô falando do Alchemist mesmo.

            Assim como já li mangás que terminam de forma legal (Samurai X), li outros que terminaram uma bosta (Eden, Video Girl Ai).

            Não tenho paciência pra animes justamente pelos fillers.

          • [Better Call Harvey]

            Então manow, dizer q nao curte One Piece pelo tamanho do mangá (871 capitulos e contando), não quer dizer que ele é ruim. Somente que vc nao tem saco pra começar a ler e acompanhar.

            E já que veu Rurouni Kenshin que tem aproximadamente 300 capitulos (e termina completamente sem folego), da uma chance e tenta ler os 200 primeiros (até o final da saga de Alabasta).

            depois me diz o que vc achou

          • O_Comentarista

            Vou me dar essa chance. Quem sabe eu mude de ideia sobre OP. Ou não.

          • Algumas sagas de OP eu acho bem puláveis, mas são necessárias pro desenvolvimento da história!
            OP me lembra aquela fase divertida de Dragon Ball, com o Goku ainda criança!

          • O_Comentarista

            Se for isso mesmo, então é engraçado no mínimo.

          • Me diverte bastante! =D

          • [Better Call Harvey]

            Sim, sinto a mesma coisa, principalmente com os arcos do East Blue e com as primeiras ilhas da Grand Line

          • [Better Call Harvey]

            Só entenda que em One Piece as coisas não são estabelecidas de forma rápida, elas são trabalhadas aos poucos, o Autor nao tem pressa que você veja e entenda o mundo criado.

            Mas ele existe e esta la. E NÃO DEIXE DE PRESTAR ATENÇÃO NAS HISTÓRIAS DE CAPAS QUANDO ELAS APARECEREM.

            Se você gosta de caçar detalhes e ver que coisas que aconteceram a 50 capitulos estao sendo usadas, entao esse manga é pra vc.

            E leia tmb as SBS

          • O_Comentarista

            E o q é SBS?

          • É a sessão de cartas, que o Oda fica respondendo as dúvidas dos japas, as vezes é bem útil, as vezes é sem graça, as vezes não faz nenhum sentido, pode pular! HAUHAUAHUAHUAHUA!!!!

          • [Better Call Harvey]

            Naooo pula naooo, que nos 10% de relevancia ele explica cousas sérias do manga

    • Frogwalken

      Sypha de cabelo curto LYNDASÓVOCÊMEFASCINATEDESEJOMUITOALÉMDOPRAZER, é inevitável que eu assista! =D

      Sim que tivessem chamado a Mad House, que fizeram Vampire Hunter D: Bloodlust ( o meu favorito ) foda pra caralho! =D

      • [Better Call Harvey]

        Sim, Mad house, ou o estudio que animou Death Note, ou o estudio que anima Boku No Hero.

        Até mesmo os caras que anima Irmão do Jorel :P.

      • hellbolha2

        Vampire Hunter D: Bloodlust ´meu exemplo NÚMERO 1 e como um anime com temática “vampírica” deve ser! Aquele filme é LINDIMAIS!!! Tanto que, quando saiu o trailer desse Castlevania, eu esperava algo do tipo. Mas está BEEEEEM longe dele…e até do Vampire Hunter dos anos 80, que também acho sensacional!

  • Frogwalken

    Resumindo: ELLIS E O PRODUTOR EEEEEEEEEEEERRRRRRRRRRAAAAAAAAAAAAMMMMMMMMM!!!

    Poxa, eu tava tão animado, agora vou ter que assistir com a expectativa no chão =(

    O ” povo blogosferento ” no geral curtiu e gostaram da interação da Lisa com o Drácula.

    KARMA Hellbolha, aplaque a IRA DO WOLVERINE WALADÃO pelo menos até a Segunda Temporada!

    http://br.ign.com/castlevania-1/50791/news/netflix-confirma-segunda-temporada-de-castlevania

    • hellbolha2

      A interação da Lisa com o Drácula, dado todo o restante da série, foi a melhor coisa dela mesmo. Mas o resto…

  • PCB

    Negócio é esperar a paródia PG18…

  • O Desprezível Polvo Aranha

    Essa série foi mesmo uma decepção, Hellbolha. Li todo o texto (viu, não teve o trabalhão de escrever isso tudo à toa) e concordo com tudo. Trama maçante, animação ruim, e quando parece que vai engrenar, não engrena.

    A decepção só não se compara com a de outra merda muito pior que vi hoje no cinema.

    • hellbolha2

      É…mas Meus 15 anos é filme pra molecada, você já deveria saber disso antes de ir ao cinema!

      • [Better Call Harvey]

        ah para vai!! Larissa Manoela é suçeço sempre, só nao fui ver porque a patroa nao deixou.

      • O Desprezível Polvo Aranha

        O que eu assisti não foi esse filme, embora o “herói” da história também tivesse deus 15 anos.

        • hellbolha2

          E fosse pra uma festa!

  • o Inconcebível Bob Balburdia

    E eu que pensava que uma animação de Castlevania daria mais certo que um filme…

  • o Inconcebível Bob Balburdia

    “com um diálogo longo e interminável sobre um estuprador de cabras”

    Nooossa, era tudo que os fãs queriam de um (pseudo) anime de castlevnia… PORRA!!!

  • disqus_zLe6H8SarA

    Eu sabia que a Merdaflix iria fazer bosta com Castlevania, eu sempre tive um pé atrás com a Merdaflix e agora isso se comprova porque ela faz tudo de forma industrial não dando tempo para fazer algo de qualidade.

  • disqus_zLe6H8SarA

    Tenho medo do que a Merdaflix vai fazer com o seriado do The Witcher.

    • O_Comentarista

      Agora vc falou uma verdade…

  • disqus_zLe6H8SarA

    Cara a Merdaflix tem que aprender com os caras que fizeram Street Fighter: Assassin’s Fist, essa web série feita pelo Christian Howard, Joey Ansah, da um pau em varias produções de milhões de dólares já que foi feita por fãs, na minha opinião é a melhor adaptação de games em live action.

  • disqus_zLe6H8SarA

    Por que é tão difícil fazer uma boa adaptação de games? Poxa até um brinquedo da Disney deu um bom filme e ate hoje não conseguiram fazer um bom filme ou seriado de games, mesmo depois de a mídia evoluir tanto com jogos que tem historias cada vez mais cinematográficas.

  • disqus_zLe6H8SarA

    Eu queria uma analise de Street Fighter: Assassin’s Fist aqui.

  • disqus_zLe6H8SarA

    Não joguei o tal Castlevania 3, mas que p*rra de poder todo é aquele do Drácula? Chover fogo/monstrinho? Virar cara gigante de fogo? Dafuq. Não lembro dele ser assim. Mas, só joguei o SOTN, e nem lembro muito bem dele.
    Achei muita coisa mal feita. No caso da esposinha do Drácula…bem, que tipo de pessoa em sã consciência iria bater na porta de um cara que tem um jardim repleto de pessoas empaladas e pedir aulas de ciência? OK, relevamos isso. Mas, aquele Drácula tava muito **. Faltou algo nele. Ele parecia um cara gentil e prestativo, mas obviamente deprimido porque o povo o tratavam mal. Ora, sendo quem ele é, deveria estar pouco se f*dendo pra humanidade. As pessoas para ele seriam apenas alimento, são patéticos, simplesmente patéticos. Achei forçadíssimo esse encontro deles. Se ele estivesse disfarçado de homem e tivesse a conhecido em uma andança por aí, teria sido bem mais convincente.

    • disqus_zLe6H8SarA

      Eles se casam e os cristãos matam ela. Tá. Mas onde diabos estava o Drácula nesse meio tempo? O cara desaparece sem motivo. Ele fala que a esposa o havia mandado ”viajar como um homem”, e por isso ele viajou como um, andando como homem, não usando seus poderes. Mas, viajou pra onde, p*rra? O cara saiu vagando por aí sem rumo por tempo suficiente para que a matassem? WTF. Falta de competência de roteiro bem aqui.
      Ela morre, Drácula fica p*to. Mas, por que não simplesmente matar todos ali de uma vez? Pra que dar um ano a eles? Não faz o menor sentido, é justamente o tempo necessário para o Alucard se curar da luta e reaparecer no final. Só posso pensar que ele deu esse tempo de um ano ao povo para que o ROTEIRO pudesse fluir.

      • disqus_zLe6H8SarA

        Aí finalmente apresentam o Trevor Belmont…COM UM DIÁLOGO DE BÊBADO! O pinguço fala TODA a história do Trevor e da família Belmont sem o menor motivo, e obviamente sem contexto (nunca um cara daqueles iria conhecer a história inteira dos Belmont), é apenas o roteirista apresentando o personagem de forma preguiçosa pra quem tá assistindo. E perde-se muito tempo naquela cena terrível do barzinho.
        Depois disso é só enrolação. O Trevor é um badass que não liga pra nada, maior clichê que não condiz com o personagem. Certo que a igreja havia cagado na cabeça da família do cara, mas isso jamais seria suficiente para fazê-lo ignorar todo o cenário de morte inocente ao redor. As pessoas não tem culpa, e elas é quem estavam sendo massacradas, e os Belmont dedicam a vida justamente para salvar as pessoas, independente da igreja.

        • disqus_zLe6H8SarA

          Enrolação pra caralh* com os Speakers. Historinha boba e desnecessária pra encher linguiça e muita demora pra apresentar a garota. A única coisa interessante foi de fato a cena com o Alucard – que mais parecia um travesti aidético – , embora a forma como eles o tenham acordado tenha sido extremamente tosca, pisando na * de um botão na frente do caixão! WTF.

  • O_Comentarista

    Tinha esperanças nessa animação, já que é baseada no melhor Castlevania 8 bits.

    E pelo visto o Trevor não dá moral, igual o Vinnie…

    • hellbolha2

      Se você colocar um óculos nele…É o Vinnie!

  • Gostei, bem legal.

    • hellbolha2

      O senhor está errado, Tex!