Battleship – A Batalha dos Mares

A-6.

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Esse filme é quase como um prazer proibido pra mim, se eu tivesse essas frescuras de “prazer proibido”. Eu gosto e pronto. Não dele todo, é verdade. Boa parte no começo é dificil de aguentar, mas quando a paulada começa, vale. O amiche Tom já exclusiver fez um post sobre, quando nem era redator do site e sim um membro respeitável da raça humana.

Toda a trama possivel de haver. Os cientistas descobrem um possivel planeta alienigena semelhante à Terra e mandam sinais para ele. Acontece que o lugar é habitado e os aliens seguem o sinal de volta, com intenções pouco atraentes pra nós.

Eles chegam durante um exercicio conjunto de guerra no Pacifico, entre o Japão e os EUA. A nave mãe alien emite um campo de energia que isola toda a região, ataca os navios de guerra e cidades próximas e começa a construir um emissor para chamar reforços.

"Vocês tem um minuto para falar sobre sua aniquilação total?"

“Vocês tem um minuto para falar sobre sua aniquilação total?”

Então num certo momento é preciso trazer de volta um velho monstro dos mares, o veterano da Segunda Guerra, USS Missouri. Ao som glorioso de Thunderstruck.

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Fico imaginando a tarefa ingrata que deve ter sido criar um conceito para um filme partindo de uma premissa tão simples quanto o jogo. No momento que os marinheiros passam a usar o sonar em uma batalha estratégica é quando passa a parecer um pouco uma partida de Batalha Naval e é basicamente para justificar o nome do filme.

Uma coisa que me agradou é que os aliens não tem em suas naves aquele manjado escudo de energia que costumam ter em filmes de invasão, exceto o que cerca a região, que é enorme e gerado pela nave-mãe. Fora isso, eles são vulneráveis a armamento pesado e fim.

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Enfim, é um filme bom para ver com a mente desligada. O roteiro tem quase tantos buracos quanto o John Paul Jones e o elenco está longe de ser estelar (há dois nomes conhecidos, Liam Neesom, que quase não aparece, e Rihanna, cujos dotes como atriz não são exatamente gloriosos, mas passáveis aqui). Porém, Dio Mio, como essa mulher fica boa num uniforme. E sem ele.

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Um destaque vai pro veterano Gregory D. Gadson, o tenente Mick. A falta de duas pernas não o impede de chutar traseiros alienigenas E na verdade, fazer suas cenas de ação ele mesmo.

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Se ignorar o começo bem ruinzinho de doer, a ação, os bons efeitos, e as batalhas compensam bem pelo filme.

Mas se você tiver medinho, basta assistir esse trecho.

Zweist
15/06/2016